A
Festa da Divina Misericórdia
O Diário de Irmã Faustina contém pelo menos quinze
ocasiões nas quais se refere ao pedido do Senhor para que fosse estabelecida em
toda a Igreja, oficialmente, a "Festa da Misericórdia". Ele disse:
"Desejo que a Festa de Misericórdia seja refúgio e abrigo para
todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estão abertas as
entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo o mar de graças nas almas que se
aproximarem da fonte da minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar
alcançará o perdão das culpas e castigos. Nesse dia estão abertas todas as
comportas divinas, pelas quais fluem as graças...
Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A
humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da minha Misericórdia." (Diário no 699)
Assim, no dia 30 de abril de 2000, o Papa João Paulo
II declarou que "Em todo o mundo, o Segundo Domingo da Páscoa receberá o
nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene ao mundo cristão
para encarar, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e provações
que a humanidade enfrentará nos anos vindouros".
O
nome oficial deste dia litúrgico será "Segundo Dia da Páscoa ou da
Divina Misericórdia".